Capa do livro Eu

Eu

Augusto dos Anjos

Literatura Brasileira🌐 Português📄 127 páginas📁 EPUB, PDF
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Domínio público · download direto, sem cadastro

Fonte do texto: Texto da edição de 1912 (Rio de Janeiro), a única publicada em vida pelo autor, pela transcrição revisada do fac-símile no Wikisource, com as correções da errata do próprio livro e grafia atualizada.

Sinopse

Eu (1912), único livro publicado em vida por Augusto dos Anjos, em texto integral da edição de 1912 e ortografia atualizada. São poemas de vocabulário científico e tom sombrio, que falam de morte, doença, decomposição e da condição humana, entre eles "Psicologia de um Vencido" ("Eu, filho do carbono e do amoníaco"), "Versos Íntimos", "O Morcego", "Monólogo de uma Sombra", "As Cismas do Destino" e "Os Doentes". Augusto dos Anjos (1884–1914), nascido no engenho Pau d'Arco, na Paraíba, é uma das vozes mais singulares da poesia brasileira. Leitura obrigatória da UFPR.

Resenha Editorial

Eu é o único livro que Augusto dos Anjos publicou em vida, em 1912, dois anos antes de morrer. Recebido com estranheza na época, tornou-se um dos livros de poesia mais lidos do Brasil. O poeta mistura a forma rigorosa do soneto e dos versos decassílabos com um vocabulário tirado da biologia, da química e da medicina: carbono, amoníaco, micróbios, células, vermes. Com ele fala da morte, da decomposição do corpo, da doença e da angústia de um "filho do carbono" diante de um universo indiferente.

Entre os poemas mais conhecidos estão "Psicologia de um Vencido", que termina com o verme "operário das ruínas"; "Versos Íntimos", com "A mão que afaga é a mesma que apedreja"; "O Morcego", sobre a consciência que persegue o homem; e os longos "Monólogo de uma Sombra", "As Cismas do Destino" e "Os Doentes". Há também poemas pessoais, como os sonetos ao pai doente e morto, e lembranças do engenho Pau d'Arco, onde o poeta nasceu.

Guia de Leitura

Tempo de leitura

2h – 3h

Dificuldade

Avançado

Recomendado para

Vestibulandos da UFPR e leitores de poesia brasileira

Pontos Chave

A poesia científica

  • •Termos da biologia, da química e da medicina entram nos versos.
  • •A morte e a decomposição do corpo são temas centrais.
  • •O homem aparece como matéria, "filho do carbono e do amoníaco".

Poemas famosos

  • •"Versos Íntimos": "A mão que afaga é a mesma que apedreja".
  • •"Psicologia de um Vencido" e "O Morcego".
  • •"Monólogo de uma Sombra", "As Cismas do Destino" e "Os Doentes".

Um livro único

  • •Único livro publicado em vida pelo autor, em 1912.
  • •Edições posteriores, chamadas Eu e Outras Poesias, juntaram poemas avulsos.
  • •Leitura obrigatória da UFPR.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Por que a poesia de Augusto dos Anjos é chamada de científica?
Porque o poeta usa palavras da biologia, da química e da medicina, como carbono, micróbio, célula e verme, para falar da morte, do corpo e do destino do homem. É uma marca única na poesia brasileira.
Qual a diferença entre Eu e Eu e Outras Poesias?
Eu é o livro publicado pelo próprio Augusto dos Anjos em 1912. Depois da morte do poeta, em 1914, as edições seguintes acrescentaram outros poemas e passaram a se chamar Eu e Outras Poesias. Esta edição traz o livro de 1912.
Esta edição está completa e é de domínio público?
Sim. O texto é integral, com todos os poemas da edição de 1912, as correções da errata do próprio livro e a ortografia atualizada. Augusto dos Anjos morreu em 1914, e a obra está em domínio público; o download em PDF e ePub é gratuito e sem cadastro.

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