Capa do livro Revolução Laura

Revolução Laura

Manuela D'Ávila

Biografias e Memórias📅 2019🌐 Português📄 248 páginas📁 EPUB, PDF

Sinopse

A maternidade é revolucionária E-BOOK COM TEXTO EXCLUSIVO DE DUCA LEINDECKER Este livro é o registro afetivo de uma mulher, mãe de uma criança de dois anos, que aceitou o desafio de concorrer à presidência do Brasil em novembro de 2017 e que, em agosto de 2018, tornou-se candidata a vice-presidente, chegando ao segundo turno. Uma mulher que percorreu um país continental, amamentando sua filha e construindo uma nova forma de ocupação do espaço político. Também é uma conversa, sobre uma jornada de aprendizado e acolhimento. Sobre privilégios; sobre as lutas para que privilégios não existam mais. É sobre direitos. É sobre feminismo e liberdade. É sobre afeto, carreira e amor, porque não tem sentido ser pela metade. É sobre estar e não estar; presença e ausência. Sobre ser mãe e mulher; ser madrasta e não ser bruxa. Sobre acolher, sonhar um outro mundo e ser o outro mundo sonhado. E, profundamente, é sobre uma revolução chamada Laura. Uma revolução de amor, de amor próprio, de potência. Porque depois de gerar um filho não há nada, nadica de nada que uma mulher não possa fazer. Filha, você me ensina a ser feliz quando não tenho controle de nada. Você me salva sendo amor em tempos de ódio. Obrigada. Certa vez, em uma das ocasiões em que ela não estava sendo bem acolhida, eu disse: se for mais simples aceitar uma mulher na condição de primeira-dama, do que de uma criança de dois anos e meio, digam a todos que Laura é minha primeira-dama. Ela é minha filha e precisa ser amada. Maternidade em poucas palavras: chuva de cuspe. Passamos a vida julgando as maternagens de outras mulheres. Quando chega a nossa vez percebemos que cuspíamos para cima. Quem nunca?

Resenha Editorial

Em 'Revolução Laura', Manuela D'Ávila constrói um relato íntimo que atravessa política e maternidade sem hierarquizar essas experiências. A autora narra sua trajetória como candidata à vice-presidência enquanto amamenta e cria a filha Laura, expondo as contradições de um país que ainda estranha mulheres exercendo poder e afeto simultaneamente. O texto foge do tom institucional das memórias políticas tradicionais e assume uma escrita confessional, quase epistolar, dedicada à filha. Há também reflexões sobre madrastagem, privilégio e as pressões silenciosas do julgamento entre mulheres. Com o adicional exclusivo de Duca Leindecker, o livro se torna um documento sensível sobre ocupar espaços públicos sem abrir mão da presença materna, tema ainda raro na literatura brasileira contemporânea.

Guia de Leitura

Tempo de leitura

3h - 4h

Dificuldade

Fácil

Recomendado para

Leitoras e leitores interessados em feminismo, maternidade e memórias políticas encontrarão nesta obra um relato afetivo e transformador.

Pontos Chave

Maternidade e Política

  • Amamentação e campanha presidencial narradas lado a lado
  • Rompe a separação tradicional entre vida pública e privada
  • Mostra a maternidade como ato de resistência e potência

Feminismo e Acolhimento

  • Discute privilégios e as lutas para superá-los
  • Aborda a relação entre madrastas e enteados sem estigmas
  • Reflete sobre o julgamento mútuo entre mães

Escrita Confessional

  • Tom afetivo dirigido diretamente à filha Laura
  • Inclui texto exclusivo assinado por Duca Leindecker
  • Mistura memória pessoal com crítica social contundente

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual é o tema central do livro?
O livro explora como maternidade e atuação política podem coexistir de forma indissociável e revolucionária. Manuela D'Ávila usa sua experiência como candidata e mãe para questionar papéis sociais impostos às mulheres.
Para quem este livro é recomendado?
É indicado para leitoras interessadas em feminismo, maternidade e memórias políticas contemporâneas. Também agrada quem busca relatos íntimos sobre afeto e vida pública.
O que torna esta obra especial?
A fusão entre relato político e carta afetiva à filha cria uma narrativa única e pouco explorada na literatura nacional. O texto extra de Duca Leindecker soma uma camada emocional adicional à obra.