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Capa do livro Quem matou Roland Barthes

Quem matou Roland Barthes

Laurent Binet

Policial e Mistério📅 2016🌐 Português📄 346 páginas📁 EPUB, PDF

Sinopse

Um irreverente thriller filosófico escrito por uma das vozes mais originais da ficção francesa contemporânea. Após vencer o Prêmio Goncourt com seu primeiro romance, HHhH, Laurent Binet volta a transitar pela fronteira entre ficção e realidade numa engenhosa e bem-humorada mescla de thriller histórico e farsa filosófica. A premissa é simples: e se o atropelamento que matou o crítico e semiólogo francês Roland Barthes não tivesse sido um acidente, mas sim um crime? E se o autor de Fragmentos de um discurso amoroso tivesse sido vítima de uma conspiração por estar de posse de um manuscrito contendo a sétima função da linguagem, última parte da teoria do linguista Roman Jakobson nunca revelada, capaz de convencer qualquer um de qualquer coisa? Nos meios intelectuais e políticos da Paris de então, em que transitam personagens como Foucault, Derrida, Deleuze, Althusser e Guattari, qualquer um pode ser o culpado...

Resenha Editorial

'Quem matou Roland Barthes', de Laurent Binet, transforma a morte real do semiólogo francês em pretexto para uma farsa erudita que mistura thriller policial e sátira acadêmica. Com humor ácido, o autor de HHhH povoa a trama com figuras históricas como Foucault, Derrida e Deleuze, transformando debates linguísticos em jogo de poder e suspeita. A ideia de uma sétima função da linguagem, capaz de manipular qualquer discurso, funciona como MacGuffin brilhante para questionar como interpretamos textos, poder e verdade. Binet equilibra erudição e irreverência sem soar pedante, criando um romance que diverte tanto quanto provoca. É ficção inteligente que dialoga com semiótica, política e história intelectual francesa com leveza rara.

Guia de Leitura

Tempo de leitura

7h - 9h

Dificuldade

Avançado

Recomendado para

Leitores curiosos por filosofia, semiótica e ficção histórica com humor inteligente.

Pontos Chave

Farsa Intelectual

  • Mistura semiótica, filosofia e humor com precisão cirúrgica
  • Satiriza vaidades do meio acadêmico parisiense dos anos 1980
  • Transforma teoria linguística em motor de suspense

Elenco Histórico

  • Foucault, Derrida e Deleuze surgem como personagens de ficção
  • Realidade e invenção se confundem propositalmente
  • Retrata bastidores intelectuais da França pós-1968

Jogo de Linguagem

  • A sétima função vira arma de manipulação retórica
  • Questiona limites entre discurso, poder e persuasão
  • Investigação policial vira pretexto filosófico

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual é o tema central do livro?
O romance investiga se a morte de Roland Barthes foi um crime ligado a um manuscrito sobre a sétima função da linguagem. A partir disso, explora poder, linguagem e manipulação retórica.
Para quem este livro é recomendado?
Para leitores interessados em filosofia, semiótica e história intelectual francesa, apresentadas com humor. Também agrada fãs de thrillers que fogem do convencional.
O que torna esta obra especial?
A originalidade de misturar figuras reais do pensamento francês a uma trama policial inventiva e satírica. Binet cria um jogo metaficcional raro na literatura contemporânea.